Flexões de Braços

A prancha dinâmica para força peitoral e estabilidade escapular

OBJETIVO MECÂNICO

Construir força peitoral, deltóides anteriores e tricípides enquanto educa o core a resistir à extensão da coluna.

EQUIPAMENTO NECESSÁRIO: Apenas o peso corporal e uma superfície horizontal firme (ou banco/bancada para regressão).
45° ÂNGULO COTOVELO LINHA CORE 180°
01

POSIÇÃO INICIAL

Mãos apoiadas à largura dos ombros ou ligeiramente mais largas, dedos bem espalmados no chão. Corpo em linha reta perfeita dos calcanhares ao topo do crânio. Glúteos contraídos.

02

MOVIMENTO & CADÊNCIA

Flicte os cotovelos a cerca de 45 graus em relação ao tronco (formando uma seta vista de cima, não um T). Desça o peito em direção ao chão mantendo o pescoço neutro.

03

CONTROLO & RESPIRAÇÃO

Toque suavemente com o esterno no solo (ou a 2 cm dele) sem desabar. Empurre o chão com vigor até esticar os braços, ativando intencionalmente o serrátil anterior no topo.

04

PROGRESSÃO DE CARGA

Inicie com flexões com mãos elevadas numa parede ou bancada estável; avance para flexões no solo com 3 segundos de descida; progrida para flexões com pés elevados a 20 cm.

VARIAÇÃO PARA INICIANTES

Flexões inclinadas com as mãos na bancada da cozinha ou encosto resistente de sofá, mantendo a prancha corporal perfeita.

INTEGRAÇÃO NA ROTINA

Integrado como exercício principal ou secundário no dia de força superior. 3 a 4 séries de 10 a 15 repetições controladas.

ERROS FREQUENTES A EVITAR

  • Abrir os cotovelos a 90 graus, provocando impacto subacromial no ombro.
  • Deixar a bacia descer e a lombar arquear ("barriga no chão").
  • Projetar a cabeça para a frente na tentativa de enganar a amplitude.
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